Criciúma (SC)
Em situações de doenças graves ou terminais, quando o paciente já não consegue expressar suas vontades, as diretivas antecipadas de vontade se tornam uma ferramenta essencial para garantir respeito à sua autonomia. Em entrevista ao podcast Conversa com o Especialista, a médica clínica e paliativista Dra. Lauren Provin esclarece o que são essas diretivas, como elas funcionam e por que sua formalização ainda é pouco discutida no Brasil.
Segundo a especialista, o documento permite que o paciente manifeste, de forma clara e legal, quais tratamentos deseja ou não receber em casos futuros de incapacidade. “As diretivas antecipadas são um gesto de cuidado com si mesmo e com a família. Elas evitam decisões precipitadas, angústia para os entes queridos e permitem que o paciente seja tratado com respeito à sua história e valores, mesmo quando não pode mais se comunicar”, afirma.
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A médica também ressalta a importância de dialogar com familiares e profissionais de saúde sobre o tema antes que a urgência se instale. A criação das diretivas deve ser feita com acompanhamento médico e, preferencialmente, registrada em cartório para garantir validade legal.
O Conversa com o Especialista está disponível no Portal Mais Sul, YouTube, Instagram e Spotify.
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